Curadoria

Doris Kosminsky

Idealização

Barbara Castro e
Luiz Ludwig

Abertura

17 de setembro
segunda-feira às 19h

Visitação Pública

18 de setembro a
18 de novembro

Entrada gratuita

Terça a domingo
das 11h às 20h

Oi Futuro

Rua Dois de Dezembro, 63,
Flamengo, Rio de Janeiro

Credito completo

Doris Kosminsky e Claudio Esperança

Doris Kosminsky e Claudio Esperança

BIO DO ARTISTA

Professora  associada  da  Universidade  Federal  do  Rio  de  Janeiro  onde  atua  no  Curso  de  Comunicação  Visual  Design,  no  Programa  de  Pós-Graduação  em  Artes  Visuais  (Linha  Poéticas  Interdisciplinares  -  PPGAV)  e  no  Programa  de  Pós-Graduação  em  Design  (PPGD)  da  Escola  de  Belas  Artes  da  UFRJ,  onde  também  coordena  o  Laboratório  da  Visualidade  e  Visualização  -  LabVis  /  EBA-UFRJ  (labvis.eba.ufrj.br).  Possui graduação em Desenho  Industrial  pela  ESDI-UERJ  (1982),  mestrado  (2003)  e  doutorado  (2008)  em  Design  pela  PUC Rio  com  Menção  Honrosa  no  Prêmio  Capes  de  Tese  de  2009.  Recentemente, concluiu estágio pós-doutoral sênior  na  Universidade  de  Calgary,  Canadá  (2018),  como  pesquisadora  visitante.  Trabalhou  como  editora  de  arte  no  jornalismo  da  TV  Globo.  Desde 2010  tem  concentrado  suas  pesquisas  na  área  de  visualização  de  dados,  através  da  publicação  de  artigos,  cursos  e  orientações,  e  da  colaboração  no  desenvolvimento  de  visualizações  sobre  dados  de  energia  para  o  Banco  Interamericano  de  Desenvolvimento  –  BID e  para  o  National  Energy  Board  do  Canadá  –  NEB.

OBRA
Redes de Nós
2018
A obra discute o lugar do indivíduo na internet, a falta de controle em relação à privacidade, o que nos separa e o que nos iguala. Em meio à emergência dos perfis falsos, o que nos diferencia dos robôs que habitam a internet? A obra parte da visualização dos prenomes dos brasileiros nascidos a partir de 1930, obtidos de uma base de dados do IBGE. Quanto maior a frequência de um determinado nome, maior será o seu tamanho. Mas como será ver-se em meio a um "rio de nomes"?